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01/07/2017

Universidade de Verão - Fernando Pessoa

A palestra " Fernando Pessoa - uma vida, uma obra " da Dra Manuela Palma Rodrigues, foi ilustrada com uma visita à Quinta da Regaleira, ligando o ambiente daquele espaço ao interesse de Fernando Pessoa pelo esoterismo.
Após a visita à quinta ( de que ficou muito por ver ) e reconfortados com o almoço, encaminhámo-nos para o Chalet da Condessa d' Edla, segunda esposa de D. Fernando II.
Foi um dia muito interessante e teria sido muito melhor se não tivesse sido manchado pela queda infeliz da nossa colega Maria do Céu que se lesionou numa perna, tendo que ser hospitalizada.

A "coisa" começou assim:



Já no interior da Quinta, com a guia...



Entrada do poço iniciático...




                ... o poço..       
                                                                                            

...no fundo do poço, as trevas... 




                                                           ...lá em cima, a luz... 



... e a saída para a liberdade...



                                                            ---há que arriscar...



... finalmente a salvo...



                                                           ...com um ou outro acidente de percurso.



Um pequeno descanso para ganhar fôlego



                                                                                                       Segue-se a capela








 Depois o Palácio











O Chalet da Condessa d' Edla










                                ...e se as paredes falassem...





Adeus !




19/06/2017

Passeio a Barcelona

No âmbito da disciplina Filosofia para todos, fomos a Barcelona, com deslocação a Girona e Figueres.
Cumprido o horário de partida de Setúbal, no aeroporto de Lisboa deparámos com o primeiro contratempo: o voo para Barcelona partiu com cerca de hora e meia de atraso. Mas à chegada novo contratempo. a mala de um dos passageiros (logo tinha que ser a minha) não acompanhou o voo. Resultado o almoço deu para as tantas, ou seja depois das 15 horas locais.
O almoço cumpriu. Uma novidade que nos acompanharia aos almoços. pão torrado, com alho, tomate e azeite.
   

A seguir ao almoço uma visita rápida ao Parque Güell, com passagem pela casa que Gaudi habitou.



Acabada a visita seguimos para o hotel, bastante distante do centro, cerca de 1 hora em transportes públicos.
Os quartos fracotes, a alimentação razoável, com algumas reclamações ao pequeno almoço pela ausência de iogurtes e pouca fruta.

A primeira visita do dia foi à Casa Milà também conhecida pela "Pedreira". Fila à porta. A entrada deslumbra pela luminosidade. Tudo é arte naquele espaço: desde as portas e suas guarnições aos candeeiros, às escadas, ao mobiliário, tudo. Mas esta profusão de arte não se fica pelo interior. No terraço as chaminés, respiradouros e caixas de escada foram transformados em peças belíssimas. Também o sótão apresenta soluções arquitectónicas que lembram o esqueleto de um monstro bíblico.




Com os olhos maravilhados encaminhamo-nos para outra maravilha que Gaudi operou por encomenda de outro catalão, Joseph Batllò Casanovas. A Casa Batllò é uma remodelação de Gaudi de uma casa anterior.
De novo estamos perante uma obra genial: portas modernistas, sacadas de janelas com gradis de mármore ou ferro fundido, escadarias imitando animais. No átrio uma lareira em forma de cogumelo e por todo o lado azulejos onde o azul sobressai, tanta coisa que este pequeno escrito não consegue abarcar..
Tal como na Pedreira o terraço transporta-nos para um mundo irreal, desde o conjunto das chaminés ao dragão vencido pela lança de S. Jorge, encimada pela cruz de Gaudi.





Seque-se o Parque Güell, onde já tínhamos estado. Idealizado como complexo habitacional, não atingiu este objectivo, sendo durante anos uma belíssima inutilidade, chegando a ser palco de práticas menos aconselháveis. Mas hoje é uma máquina de fazer dinheiro. Afinal a Arte sempre compensa.
Aqui viveu Gaudi mas parece não ter gostado, tendo-se mudado.
Dados os primeiros passos podemos descansar no maior banco do mundo, sobre a sala hipóstila. Descendo a monumental escadaria cruzamos com belíssimas fontes com formas de animais. Tudo um pouco a correr, pois o almoço espera-nos.




O restaurante Divinus fez juz ao nome. As entradas na "forma" tapas dispensavam o prato principal. Ah! o vinho também era bom.





Depois do repasto a Sagrada Família


No terceiro dia fomos conhecer ao vivo a obra de Salvador Dali, passando por Girona, onde almoçámos.




Figueres, a terra de Salvador Dali



Teatro Museu Dali




     
       (A irmã de Dali e o sofá- lábios de Mae West)

O quarto de Dali, onde se encontra o quadro "Persistência da Memória"




As jóias mais emblemáticas concebidas por Dali ( Museu das Jóias )


        ( Nome das jóias: Persistência da Memória, Anel Corsete,                                                                         Coração Colmeia e Olho do Tempo )



No último dia ainda deu para uma visita ao Bairro Gótico e ver dançar as "Sardanas"






FIM DE PASSEIO

05/02/2017

PASSEIOS E VISITAS - Igreja e Museu de S. Roque


No dia 27 de Janeiro, a turma de Literatura II, e mais alguns familiares, realizou a inevitável visita à igreja de S. Roque, edificada no século XVI segundo traça no restilo "igreja - auditório" , bem ao gosto jesuíta, tendo em vista a pregação.
A entrada austera contrasta com o interior rico de talha dourada, embutidos de pedra e azulejos de Sevilha dos séculos XVI e XVII. Em destaque a riquíssima capela de São João Batista, encomendada em Itália por D. João V. Foi sagrada em Roma pelo Papa Bento XIV, desmontada e trazida para S. Roque e aí montada.
A guia de um dos grupos alongou-se demasiado nas explicações dos pormenores das pinturas, encurtando o tempo de visita ao museu, cujas ricas peças merecem contemplação mais demorada.
Mais uma vez valeu a pena o passeio, que nem o mau tempo conseguiu estragar. 










03/02/2017

PASSEIOS E VISITAS - MAAT


Lisboa, 27 de Janeiro de 2017

MAAT : - Obra inacabada?
              - Devaneio de arquitecto?
              - Abundância de dinheiro?




         


PASSEIOS E VISITAS - Museu do Teatro


                                                                                          
Visitar o museu do teatro é uma nostálgica viagem ao passado recente, nalguns casos, noutros um pouco mais distante. Os objectos pessoais expostos, muitos pertencentes a artistas que ainda chegámos a conhecer, tornam mais vivas recordações de outros tempos.
E são a boquilha e os alfinetes de Amélia Rey Colaço, as pulseiras de Amália Rodrigues e a peiñeta deAlma Flora. Também os sapatinhos de Hortense Luz ou a bengala que Palmira Bastos usou em "As árvores morrem de pé" marcam presença ao lado de figurinos de Almada Negreiros e ainda a presença da imponente cadeira de Almeida Garrett.
O vasto e interessantíssimo conjunto das marionetas do "Judeu" lá estão para recordar o fim trágico do seu jovem autor.
Num plano diferente, são dignos de alguma atenção os artefactos dos bastidores com que se imitavam os ruídos da chuva e do vento, os primitivos sistemas de iluminação e por aí adiante...  Valeu a pena.

Museu do Teatro, 27 de Janeiro de 2017