12/12/2016

PASSEIOS E VISITAS - Mérida e Sevilha


Já passava das sete da manhã do passado dia um de Dezembro quando o autocarro , com lotação esgotada, se fez à estrada a caminho de Mérida, transportando alunos das disciplinas de  Literatura e de Espanhol e mais uns quantos de outras áreas e convidados,  para completar a capacidade da viatura.
Depois, estrada,  paragens técnicas  e almoço em Mérida em que cada um se "desenrascou". Não foi mau.
Seguiram-se as visitas guiadas, conduzidas por uma excelente guia.
Parece que as visitas nocturnas  aos monumentos, iluminados, é interessante, mas não foi possível porque, segundo nos disseram,  nesta época não estão iluminados. Mas mesmo que estivessem não era fácil chegar lá dada a localização do hotel, numa zona periférica de áreas comerciais dos mais diversos ramos.
No dia seguinte,  partida bem cedinho para chegar a Sevilha à hora do almoço.  Almoço propriamente dito ou "tapas" como se preferiu. E neste domínio a oferta é vasta e aqui  também chegou a moda de transformar os mercados num lugar de tapas, como é o caso de "La Lonja del Barranco" na rua Arjona.
Depois as visitas programadas com guias simpáticos e competentes, a Raquel e o inefável Pepe.
A ida ao " El Patio Sevillano" , na última noite, era inevitável, como foi inevitável a chuvada na manhã do dia seguinte.
O hotel, com uma espaçosa entrada , também era longe do centro, com vistas para a autoestrada.
Mas o melhor é ver os diaporamas, mesmo com a fraca qualidade de algumas fotos, mas não há outras!


Ligue o som. 














19/11/2016

CIMM - Fernando Paulino


          


  Mais uma tarde cultural, de poesia, proporcionada pela UNISETI/CIMM, desta feita com a presença de Fernando Paulino.
            A apresentação do poeta e a condução da sessão esteve a cargo de Quaresma Rosa. Maria do Carmo Branco teve a missão de colocar a Fernando Paulino um conjunto de questões que o levaram a  percorrer a sua obra " A Casa Amarela " e a dar uma noção geral da forma como encara a poesia.
            Sobre a  " A Casa Amarela"  Fernando Paulino  disse ser um trabalho de poemas em sequência que conta a história de um homem que sentindo-se só, em casa, porque a mulher partiu, reencontra  o amor com o regresso da mulher.
            Falando sobre os factores que o influenciam, referiu a luz. A sua poesia necessita de luz e da inspiração que o rio Sado e a Cidade lhe concedem. A sua escrita segue o ritmo da estações e o seu poeta de referência é Ramos Rosa, na busca da palavra, fundamental  para quem  um poema é uma casa habitada por palavras. E as palavras registadas no " poemário " vão desenvolver-se em temas e os temas em poemas, num tempo lento como é o tempo dos versos.
            Na apresentação do poeta, Quaresma Rosa referiu que já foi vencedor, por quatro vezes,  do  Concurso Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage, uma iniciativa da LASA. 
            Sobre aqueles e outros  prémios que ganhou, Fernando Paulino considerou-os não só um reconhecimento pela qualidade dos trabalhos, mas também um estímulo para continuar, embora a poesia seja um gosto e não uma tarefa a cumprir.
            Ao longo da sua intervenção recordou a sua passagem pela Oficina da Poesia, da UNISETI, e manifestou satisfação pela continuação desta actividade.
            Para terminar, deu  a conhecer que o seu próximo trabalho terá o título "Papel de Arroz" , e que o tema inspirador são as ilhas.
            Disseram poemas, além do autor, a Alice, a Claudete e a Maria do Carmo.
            Diz, quem assistiu que a poesia de Fernando Paulino é doce e delicada.

            Estamos plenamente de acordo.