21/11/2017

ADMINISTRAÇÃO - Uniseti solidária

Amigos,


A UNISETI, desde o primeiro momento partilhou na dor e no luto que a onda de incêndios provocou em dezenas de famílias portuguesas.
Mas o sentimento de solidariedade tem que forçosamente materializar-se em acções bem concretas.
Assim, já fizemos a recolha e envio para as zonas afectadas de uma razoável quantidade de bens. Continuamos a sensibilizar toda a comunidade UNISETI, para a continuação do fluxo de ofertas,  através das iniciativas que se vão anunciando.
A povoação de São Joaninho é o nosso próximo objectivo: para eles estamos recolhendo bens alimentares não perecíveis e tudo se está conjugando para a oferta à Junta daquela Freguesia de um motocultivador para uso comunitário, sob controlo da Autarquia.
A campanha de recolha de fundos para a aquisição daquela máquina, lançada pela Administração, está produzindo os seus frutos e com a colaboração de todos conseguiremos o nosso objectivo.


COLABORA!   

SÃO JOANINHO PRECISA DELE


20/11/2017

ADMINISTRAÇÃO - XIV aniversário da UNISETI

No passado dia 13 a comunidade UNISETI celebrou mais um aniversário da fundação da instituição. E já lá vão 14 celebrações e muitas mais virão a avaliar pelo espírito de camaradagem e pela amizade demonstrada durante aquele par de horas de confraternização. a UNISETI está muito forte.
Seguem-se algumas imagens para mais tarde recordar:

























16/11/2017

ADMINISTRAÇÃO - Visita de estudo ao Fundão




Já passava das seis horas e quinze minutos do dia dez de Outubro deste ano de dois mil e dezassete e o autocarro que nos levaria à estação de Santa Apolónia, não aparecia. A preocupação generalizou-se e agravou-se quando alguém recordou que "o comboio não espera". Nisto, surge o dito autocarro para sossego dos corações e lá seguimos para Lisboa  já o Sol pintava a alvorada com as suaves tintas da manhã.
Em Santa Apolónia esperava-nos o comboio que deveria ter uma carruagem especial para os admiradores de Eugénio de Andrade e da sua poesia.
Como por perto não havia vivalma que nos desse qualquer informação dirigimo-nos ao "guichet" para esclarecimento das nossas dúvidas, sobre a carruagem a utilizar.
Fomos muito bem atendidos por um jovem empregado, delicado, bem falante, bem disposto, tentando ser engraçado ao referir-se à poesia mas completamente incompetente como viemos a verificar pouco depois pela inutilidade das informações que nos prestou.
Conjecturando sobre o que fazer, demos de frente com um jovem senhor, muito bem posto, com aspecto de quadro superior dos comboios. Aqui está a salvação, pensámos. Puro engano, o tal senhor, com ar sabedor manifestou as suas dúvidas quanto à utilização da tal carruagem naquela composição pelo que o melhor era entramos para a carruagem nº 2 como constava nos bilhetes. E assim fizemos. Talvez a carruagem só para nós seja no regresso, pensámos.
Porém, a colega Elvira Sanches que não nos acompanhou desde Setúbal, e já instalada na tal carruagem, estanhou estar ali sozinha. Estabelecidos os contactos, (bendito telemóvel) e esclarecida a situação, mudámos todos para a devida carruagem, no Entroncamento. Foi digno de ver, um caso prático de envelhecimento activo: quarenta pessoas já maduras, mudaram de carruagem, com malas e outras atrapalhações enquanto o diabo esfregou um olho. Aí sim, tivemos a ajuda de um eficaz funcionário.
Pelas onze horas e quarenta minutos chegámos a Castelo Novo, onde desembarcámos, numa paragem só para os utentes da referida carruagem.
Esperáva-nos a acompanhante Olga, dinâmica e prestável. 
Visitámos o castelo mandado erigir por D. Sancho I em 1202, deambulámos pelas ruas da localidade onde o tempo parece escorrer lentamente. Passámos pela praça principal com seu pelourinho e a fonte mandada construir por D. João V. 
Ali perto é extraída a água do Alardo.
Depois da caminhada, durante a qual nos apercebemos dos estragos do fogo, fomos almoçar. Almoço saboroso e abundante.
O percurso pedestre "Caminho de Eugénio de Andrade" não se efectuou dado o seu grau de dificuldade para alguns companheiros, de maneira que subimos para o autocarro e seguimos para a Póvoa da Atalaia, terra natal de Eugénio de Andrade. Vimos a casa onde viveu enquanto menino e na rua as mulheres vestidas de preto de que nos falava o poeta.
Dois jovens, num espaço exterior, animaram a nossa presença: um deles recriava a figura de Eugénio de Andrade, outro dizia versos do poeta. Marcou a todos os versos referentes à sua mãe. Até houve lágrimas. A actuação terminou na Casa da Poesia.
E seguimos para o hotel, muito agradável e confortável. O jantar que nos serviram foi uma orgia de sabores, tudo muito bom e "acabadinho" de fazer. Ah! que arroz de míscaros!
No dia seguinte, com um ligeiro atraso sobre a hora marcada fomos visitar uma olaria na povoação do Telhado, "A Casa do Barro". A tentativa de reanimar esta actividade produziu uma única artesã. Restam as memórias.
Regressados ao Fundão fizemos um passeio pelo centro histórico, passámos pelo mercado e entrámos no espaço António Paulouro, o coração e fundador em 1946 do célebre "Jornal do Fundão", de que é actual director um seu sobrinho.
Como já é costume, um pequeno acidente atingiu um dos companheiros. Deste vez a vítima foi a Silvina, que ficou com fortes dores num joelho. Porém, radiografada em Setúbal verificou-se que fracturara um dos dedos polegares.
O almoço foi de livre escolha, seguindo-se uma visita à Biblioteca Municipal. Aí esperava-nos uma surpresa: a Academia Sénior do Fundão actuou para nós: um conjunto musical com muitos instrumentos e, imagine-se, mais homens que senhoras.
Mas não ficaram sem resposta, um improvisado grupo de cantares deu a conhecer àquelas pessoas o que é ter um Rio Azul.
No final um jogo de Cadavre Exquis produziu quatro poemas que se publicam no final.
E pronto, às 18,46 apanhámos o Intercidades, no Fundão com destino a Lisboa, trazendo a sensação de, para além de termos feito um passeio cultural, levamos um pouco do nosso carinho e da nossa solidariedade a uma zona martirizada pelo fogo. Sentimos no semblante das pessoas com quem nos cruzámos, por onde quer que  andássemos que éramos vem-vindos. É um dever, não precisa de agradecimentos.  




A partida e a chegada



Castelo Novo










A casa onde Eugénio de Andrade viveu até aos 7 anos









Com o afilhado


























O Hotel "O Alambique de Ouro"






A Casa do Barro, em Telhado





O Fundão





 Na Biblioteca




















FIM





É este o poema colectivo, produzido através do jogo Cadavre Exquis























09/11/2017

Conhecer Setúbal - A LATI




No âmbito das actividades da disciplina "Conhecer Setúbal" esteve entre nós o Senhor Presidente da LATI Sertório José Herrera que, perante uma sala repleta, deu a conhecer o percurso de tão prestimosa instituição, desde a sua fundação há 38 anos, até hoje. E foi curto o tempo para relatar o dificultoso mas bem sucedido caminho percorrido, desde o nascimento até o que hoje representa a LATI.
O interesse demonstrado pela assistência em melhor conhecer a instituição, levou aquele dirigente a deixar o convite para uma visita às instalações da LATI.
No final intervieram o Dr. Machado Luciano, director clínico da Instituição, o Dr. Palma Rodrigues e o presidente da Delegação de Setúbal da CVP Duarte Machado.
A sessão terminou com a entrega à Uniseti da medalha comemorativa dos 30 anos da LATI.  













05/11/2017

CIMM - O Poeta Calafate



No próximo dia 17 de Novembro, pelas 15,00 horas, terá lugar na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal, mais uma palestra sobre temas setubalenses, proferida por Carlos Mouro, que falará sobre o poeta popular António Maria Eusébio (Calafate), tema muito oportuno quando a UNISETI se prepara para lançar o Concurso literário Calafate.